sexta-feira, 13 de junho de 2008

Vem aí...

Vou lançar, hein..posso lançar?

VEM AÍ...MEGAFONICASrj SEGUNDA EDIÇÃO!!!!

Final de Junho
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Já já, mais notícias

terça-feira, 29 de abril de 2008

Uma foto pra relembrar...

O MegafônicasRJ foi um sucesso!
Com lotação ou sem lotação, a discussão foi o máximo e todo mundo que foi com certeza curtiu!
Em breve, resumos das conversas, vídeos e comentários exclusivíssimos dos participantes.

Por hoje, uma foto pra relembrar:

Dicas de teses

Um comentário exclusivo do nosso coordenador de curso de Projeto de Produto lá da UFRJ, Valdir Soares, vale uma postagem própria: =]

Depois de um evento para discussão do ensino de Design é provável, acredito eu, que tenham havido algumas inquietações, dúvidas, novos interesses e então, procurando fornecer alguma colaboração aos ineressados segue uma lista de trabalhos significativos e alguns históricos,como é o caso da dissertação de Mestrado de Gustavo Bomfim, na transformação do ensino do Design no Brasil.

DIAS, Maria Regina Álvares Correia / O ENSINO DO DESIGN: A INTERDISCIPLINARIDADE NA DISCIPLINA DE PROJETO EM DESIGN , UFSC -Eng.Produção / Florianópolis, 2004

BOMFIM, Gustavo Amarante. / DESENHO INDUSTRIAL :PROPOSTA PARA REFORMULACAO DO CURRICULO MINIMO. / UFRJ-CT-Eng.Produção / cópia no IPPUR-FAU / Biblioteca Bl. B - Engenharia

FREITAS, Sydney Fernandes de. / A influência de tradições acríticas no processo de estruturação do ensino/pesquisa de design / 1999 UFRJ-CT -Eng.Prod. / Biblioteca Bl. B - Engenharia

PEREIRA, Regina Celia de Souza. / A formação em design industrial e a necessidade das indústrias / 2007 UFRJ-CT-Eng.Prod.
<> ( Texto )

SOUZA Leite, João de. / Design:o saber e a gramática - apontamentos para uma perspectiva experiencial à sua pedagogia / 1999 ECO-UFRJ

SANTOS, Vera Lucia M. dos. / ATIVIDADE PROTETUAL NOS CURSOS DE DESENHO INDUSTRIAL. / 1983 UFRJ-CT-Eng.Prod.

[valdirsoares@ufrj.br]

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Aumente o som

video

Está chegando!!!

Aquecimento

para esse feriadão pré-MGF2008, estamos preparando uma surpresa especial
já já no blog o teaser do Megafonicas rio de janeiro!!!!

o objetivo é tentar mostrar a necessidade de um evento como esse, assim como a atmosfera esperada para o dia D...

assim, poderemos completá-lo depois com fotos e videos reais dos debates e mesas redondas...

XD

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Divulgação


Sábado, 26 de Abril, na Esdi, a partir das 13h.

Quem já se interessou e quer garantir sua vaga, deixe já um comentário nesse post com seus dados básicos ( nome, faculdade, periodo...)

Quem quer ir além e está interessado em ser mediador ou relator de alguma das mesas, contate-nos imediatamente! Estamos na busca...
=]=]=]=]

quarta-feira, 9 de abril de 2008

O design da bagunça

por Lígia Fascioni


Estou escrevendo alguns artigos para um congresso e resolvi estudar os currículos dos cursos de design oferecidos no país, incluindo suas diversas habilitações. Não é difícil; exceto por algumas poucas faculdades, todos divulgam em seus sites a estrutura curricular (nota: no meio da navegação, achei por acaso uma escola de administração que esconde a grade de disciplinas com medo de ser copiada. Surreal? Inacreditável? E a escola é daqui mesmo…).

Ainda que as habilitações sejam diversas (moda, produto, gráfico, webdesign, editorial, mobiliário, mídias eletrônicas, jóias, etc), fiquei pasma com a diversidade de currículos. Não há nem mesmo uma grade básica de conhecimentos que todos precisem aprender. Para se ter uma idéia, menos de 30% dos 235 cursos de graduação em design oferecidos no Brasil contam com a disciplina gestão do design. Em cursos de design de produto, por exemplo, não encontrei dois com mais de 50% de disciplinas comuns a ambos (excetos os oferecidos pela mesma rede de faculdades).

Isso me leva a lamentar um fato que acabei sabendo no decorrer da pesquisa: uma faculdade de design instalada em Joinville teve recentemente suas portas fechadas (só descobri perguntando para um amigo que mora e trabalha lá, pois o site simplesmente saiu do ar sem dar maiores satisfações). Pois ele me contou que os alunos pêgos de surpresa no penúltimo semestre, ao tentarem concluir o curso em outra faculdade, tiveram uma notícia desagradável: descobriram que teriam que cursar mais três anos para alinhar as disciplinas. Não é revoltante? Como é os currículos podem ser tão diversos em um mesmo curso, na mesma habilitação, na mesma cidade?

Imagino que algum tipo de variação aconteça na maioria das graduações e com dentistas e advogados não seja diferente. Ainda que engenheiros possam sofrer com mudanças de currículos, todas as habilitações, sem exceção, precisam estudar cálculo integral e física, por exemplo, além de álgebra e mecânica dos fluidos. É básico. Por que é que nos cursos de design não acontece assim também?

Dá impressão que cada faculdade escolhe o que gosta mais ou o que acha mais interessante e manda ver. Se o curso explodir, paciência, os alunos que paguem. É claro que não deve ser assim, tenho certeza de que há um trabalho sério que fundamenta cada escolha, senão o MEC não iria aprovar, mas talvez as diretivas sejam excessivamente genéricas. Também não dá para dizer que um curso seja melhor que outro apenas olhando as disciplinas – há muita gente séria tentando fazer o melhor que pode. Mas como conviver com tantas e tão gritantes diferenças em formações que deveriam ter muito mais pontos em comum?

O preocupante é que você não sabe se o designer que está contratando conhece gestalt ou semiótica, já que nem todos os currículos incluem esses tópicos. Há cursos onde não se estuda nem mesmo teoria das cores.

Que fique bem claro que não estou defendendo que os currículos sejam engessados; há que se respeitar as necessidades e a realidade de cada região, de cada mercado, da intenção e dos objetivos de cada projeto pedagógico. Mesmo assim, não faz sentido que duas habilitações com o mesmo nome, ambas autorizadas pelo MEC, tenham mais de seis semestres de disciplinas diferentes em seus currículos, concorda?

Eis aí uma boa questão para os profissionais de design se debruçarem. Como regulamentar uma profissão tão heterogênea na formação de seus profissionais? Como organizar essa bagunça sem nivelar por baixo e nem prejudicar os estudantes?

A questão está lançada…


(fonte: http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=16&colunista=12&pg=12036)